Coronel Sapucaia
Ingazeiro cai na UFMS e atinge 4 carros no estacionamento
Situação ocorreu por volta de 12h, enquanto os alunos saíam das aulas na instituição
CLARA FARIAS E NATALIA OLLIVER / CAMPO GRANDE NEWS
Um ingazeiro caiu no estacionamento da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) no final da manhã desta terça-feira (28), em Campo Grande. A árvore tem mais de cinco metros de altura e atingiu em cheio um Peugeot 208. Os galhos do ingazeiro também ficaram sobre o capô de outros três carros. Não ventava nem chovia no momento da queda, e ninguém ficou ferido.
Conforme apurado pela reportagem, a árvore fica no estacionamento do bloco de Arquitetura da Cidade Universitária, próximo às piscinas da instituição. A situação ocorreu por volta de 12h, no período em que os alunos estão saindo das aulas. À reportagem, os estudantes relataram que ouviram o barulho do ingazeiro caindo.
Além de cair sobre o Peugeot 208, os galhos da árvore também atingiram um Hyundai HB20, um Toyota Corolla e um Honda Civic. O estudante de arquitetura Darlan Galera Filho, de 25 anos, proprietário do Peugeot, contou que estava próximo do carro no momento do ocorrido. 'A árvore começou a fazer alguns estalos e eu corri. Ainda tomei alguns galhos na cabeça. Ainda não consegui ver com detalhes o estrago', disse.
Outra vítima da árvore foi Mariana Vitória, de 21 anos, proprietária de um HB20. Ela contou que tinha acabado de sair da aula e entrou no carro. 'Estava tranquila, ligando o carro quando a árvore caiu. Se eu tivesse demorado uns cinco segundos, eu estaria ali no meio. Tomei um susto. Eu tirei o cinto, vi o Darlan, que também estava embaixo da árvore, e ficamos nos olhando, tipo: 'meu Deus, o que aconteceu?'', detalhou.
A estudante de arquitetura e proprietária do Toyota Corolla, Isis Gregolin Sanchez, de 21 anos, contou que ficou sabendo por outras pessoas que o carro havia sido atingido. 'Eu estava em aula quando as pessoas começaram a falar que a árvore tinha caído. Eu sempre estaciono por aqui e nunca tinha acontecido isso. Agora é um risco que a gente corre, estou esperando para ver como o carro está depois que tirarem a árvore', finalizou.
O Campo Grande News tentou contato com a universidade, questionando se a árvore era monitorada pela instituição e se os alunos prejudicados com a situação receberão algum apoio, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações futuras.
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