• Segunda, 18 de Maio de 2026

Mais 2 são presos e polícia busca 5º envolvido em assassinato no Inferninho

Geiziane dos Santos Fernando e Wilton Cesar Barbosa Lima foram capturados na sexta-feira pela DHPP

ANA PAULA CHUVA / CAMPO GRANDE NEWS


Geiziane e Wilton foram os responsáveis por levar vítima ao local do crime (Foto: Reprodução)

Equipe da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa), deflagrou a segunda fase da operação que investiga o assassinato de Guilherme Carlos Canozi, de 29 anos. A ação resultou na prisão de Geiziane dos Santos Fernando, 28, e Wilton Cesar Barbosa Lima, 50. Um quinto envolvido está sendo procurado.

O corpo da vítima havia sido encontrado no dia 22 de março, na região da Cachoeira do Inferninho, na saída para Rochedo. Um grupo de seis pessoas encontrou o corpo quando se preparava para praticar rapel no local. Guilherme apresentava sinais de violência, não portava documentos e utilizava tornozeleira eletrônica.

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A investigação começou logo após o achado do corpo. Inicialmente sem identificação, a vítima foi reconhecida após exame necropapiloscópico realizado pelo Imol (Instituto Médico Odontológico Legal). A partir disso, os policiais tiveram acesso ao histórico de monitoramento da tornozeleira, o que permitiu reconstituir os últimos passos da vítima.

No dia 4 de maio, a DHPP prendeu Thiago Souza Xavier, 22, dono do veículo usado no suporte logístico do crime, e Fabrizio Duarte Chaves, 45, proprietário da casa onde a vítima foi mantida em cárcere. Ambos estavam com mandados em aberto e seguem detidos.

O caso continuou sendo investigado, e na última sexta-feira, os policiais da especializada cumpriram os mandados contra Geiziane e Wilton. Os dois são apontados como os responsáveis por levarem a Guilherme até o local da execução.

Segundo a Polícia Civil, o 5º envolvido já foi identificado e a corporação expediu a ordem de prisão, mas ele está foragido. Na 2ª fase da operação, a polícia também cumpriu mandados de busca e apreensão.

A polícia não descarta a possibilidade de que o crime tenha sido ordenado por terceiros. As investigações seguem em sigilo.



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