• Terça, 30 de Junho de 2026

Entrevista de Maradona prevendo "quatro tempos" na Copa de 2026 viraliza; veja o que ele disse

Morto em 2020, craque argentino deu declaração dois anos antes criticando escolha de Canadá, México e Estados Unidos como sedes do Mundial deste ano: "Não há paixão"

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Maradona em papo com Messi na Copa do Mundo 2010 — Foto: Reprodução/Twitter

Uma entrevista de Diego Armando Maradona concedida em 2018 tem viralizado nas redes sociais e voltou a ser assunto mesmo quase seis anos depois da sua morte. Há oitos anos, o eterno craque argentino foi perguntado sobre as suas impressões da confirmação de Canadá, México e Estados Unidos como sedes da Copa do Mundo de 2026.

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Maradona foi sincero ao responder que não havia gostado das escolhas da Fifa. Ainda na entrevista, o argentino previu que haveria uma tendência de que os jogos fossem disputados em quatro períodos para maior espaço comercial, algo que tem acontecido nas partidas da Copa em virtude das duas pausas para hidratação estabelecidas pela Fifa.

– Não há paixão. Os canadenses talvez sejam bons esquiadores, e os americanos queriam ter quatro períodos de 25 (minutos) para as propagandas. Eu não gostei disso. Quem sai ganhando é o México, quando o México não merece. O México ganha dois jogos e vai embora. Vimos na Alemanha, no Brasil – disse Maradona, em entrevista à rede Telesur, da Venezuela.

+ Confira a tabela completa da Copa do Mundo

A pausa para hidratação tem gerado inúmeras reações de técnicos, jogadores e pessoas ligadas ao futebol, além da repercussão da imprensa. A Fifa colocou no regulamento da competição que todos os tempos de cada partida da Copa do Mundo terão uma parada de três minutos para que os jogadores possam descansar.

Isso acontece independentemente da temperatura do local. Mesmo nos estádios do Mundial que têm cobertura e não sofrem tanto com os efeitos do calor, por exemplo. A pausa tem acontecido geralmente entre os minutos 22 e 25 de cada um dos tempos.

A medida foi anunciada pela Fifa em dezembro do ano passado. Em comunicado, a entidade justificou a ação como "focada na tentativa de dar as melhores condições para todos os jogadores, dada as experiências passadas com outros torneios, incluindo a recente Copa do Mundo de Clubes também disputada nos Estados Unidos".



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