• Domingo, 05 de Julho de 2026

Lembra dele? Algoz do Brasil em 1998 foi apelidado de Flonaldo e hoje treina o sub-16 da Noruega

Grandalhão Tore Andre Flo fez três gols em duas partidas contra o Brasil nos anos 1990 e é considerado um dos maiores ídolos do país; agora, forma novos jogadores para a seleção

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Tore Andre Flo atualmente é técnico da seleção norueguesa sub-16 — Foto: Reprodução/@toreandreflo19

No dia em que Brasil e Noruega voltam a se encontrar em uma Copa após 28 anos, o nome de Tore Andre Flo certamente será lembrado pelos torcedores nórdicos. Os dois países duelarão, neste domingo, às 17h (de Brasília), em Nova Jersey, pelas oitavas de final do Mundial dos Estados Unidos, Canadá e México.

Atual treinador da seleção norueguesa sub-16, o ex-atacante, de 1,93m, foi autor do gol que começou a construir a vitória de virada dos noruegueses por 2 a 1, na fase de grupos no Mundial de 1998, na França. E, um ano antes, em amistoso, ele já havia balançado a rede brasileira duas vezes e dado uma assistência em triunfo por 4 a 2, em Oslo.

Por essas e outras, o ex-jogador do inglês Chelsea foi apelidado de Flonaldo, uma referência, até certo ponto jocosa, ao maior craque da época: Ronaldo Fenômeno. No imaginário norueguês, o astro Erling Haaland tentará ser o Tore Andre Flo da vez, no Estádio Nova Jersey.

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Flo, que acabou de completar 53 anos, é o maior goleador do confronto entre Brasil e Noruega. A seleção escandinava é a única na história que nunca perdeu para o Brasil.

Vale lembrar que nos dois encontros em que Flo foi o grande nome, a seleção brasileira era a atual campeã mundial e tinha formações recheadas de craques. No amistoso de 97, o time entrou em campo com: Taffarel; Cafu, Célio Silva, Márcio Santos e Roberto Carlos; Mauro Silva, Dunga, Djalminha e Leonardo; Ronaldo e Romário.

Já na Copa, o técnico Zagallo escalou: Taffarel; Cafu, Junior Baiano, Gonçalves e Roberto Carlos; Dunga, Leonardo, Rivaldo e Denílson; Bebeto e Ronaldo.

Questionado sobre a importância da vitória de seu país na Copa de 98, o técnico Stale Solbakken valorizou a façanha, mas citou diferenças entre os estilos de jogo daquela Noruega dos anos de 1990 e a atual.

— Aquele jogo foi importante para jogadores e treinadores e, por isso, lembramos. Mas estamos aqui para esse grupo escrever uma nova história. Comparado com os anos de 1990, aquele era um tipo mais forte fisicamente. A organização do time é tão importante agora quanto antes, mas acho que a nossa diferença é que gostamos de ter a bola — comentou Solbakken.



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