• Quarta, 08 de Julho de 2026

Com sinal de desaceleração, MS segue em alerta para síndrome respiratória grave

Segundo boletim da Fiocruz, Campo Grande também mantém nível de risco

GENIFFER VALERIANO / CAMPO GRANDE NEWS


Espera de pacientes em hospital particular (Foto: Gabi Cenciarelli/Arquivo)

Apesar de já apresentar sinais de desaceleração, Mato Grosso do Sul segue em nível de alerta para casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave). É o que aponta o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, com dados da Semana Epidemiológica 25, entre 6 e 27 de junho.

Em Campo Grande, a incidência de SRAG permanece em patamar de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Já o Estado aparece entre as unidades federativas com indícios de estabilização ou queda nos casos, mesmo mantendo níveis elevados da síndrome.

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O boletim também indica que Mato Grosso do Sul está entre os estados onde os casos associados ao VSR (vírus sincicial respiratório) ainda registraram crescimento recente, mas já com sinais de interrupção. O vírus é apontado como principal responsável pelas hospitalizações, especialmente entre crianças pequenas.

Cenário nacional - Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o VSR respondeu por 55,2% dos casos positivos de SRAG no país, seguido por rinovírus (23,1%), influenza A (14,5%), influenza B (8,1%) e Covid-19 (2,1%). Entre os óbitos, a influenza A lidera, sendo responsável por 36,7% das mortes.

O boletim aponta ainda que a incidência da síndrome é maior entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra entre idosos. Diante do cenário, pesquisadores reforçam a importância de manter as medidas de prevenção.

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