Coronel Sapucaia
Dólar sobe para R$ 5,01 e bolsa recua depois da euforia eleitoral
Ibovespa caiu 0,74% aos 204.309 pontos, com mercado atento aos juros dos Estados Unidos
GUSTAVO BONOTTO / CAMPO GRANDE NEWS
O dólar comercial subiu 0,70% nesta quarta-feira (7) e fechou cotado a R$ 5,0105 no mercado brasileiro, em um pregão marcado pela redução de parte do otimismo registrado no início da semana com o primeiro turno das eleições.
No câmbio turismo, a moeda avançou 0,68% e terminou a R$ 5,204. O dólar comercial acumula queda de 3,94% na semana, 3,17% em outubro e 8,71% desde o início do ano.
O Ibovespa caiu 0,74% e encerrou o dia aos 204.309 pontos, depois de operar em alta nos primeiros negócios. Mesmo com o recuo desta quarta, o principal índice da B3 acumula avanço de 7,13% na semana, 10,45% no mês e 27,73% no ano.
No Brasil, o mercado continuou a ajustar as posições depois da forte valorização registrada na segunda (5), primeiro pregão seguinte ao primeiro turno. A agenda econômica também teve a nova etapa de discussão da proposta que reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal e prevê dois dias de descanso remunerado. Já a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) realizou ainda dois leilões para exploração de petróleo e gás. No primeiro, três empresas e dois consórcios arremataram sete blocos.
Nos Estados Unidos, o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) divulgou a ata da reunião de setembro, quando elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. O documento trouxe mais detalhes sobre a discussão entre os dirigentes e ajudou o mercado a avaliar os próximos passos da taxa americana, que influencia o fluxo de recursos para economias como a brasileira.
Já no petróleo, o Brent caiu 0,4% e fechou a US$ 100,20 por barril, enquanto o WTI (West Texas Intermediate) recuou 1,3%, para US$ 88,28. A decisão da Agência Internacional de Energia de acelerar a liberação de estoques pesou sobre as cotações, apesar dos riscos à oferta provocados pelo conflito no Oriente Médio e por uma tempestade no Golfo do México.
Leia mais


Primeira página

