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'Repugnante, deplorável e injustificável o ataque a creche de SC'
Arthur Lira, presidente de Câmara, defendendo penas mais duras para assassinos
CORREIO DO ESTADO / CLáUDIO HUMBERTO
Oposição vai a PGR por mansão de Paulo Pimenta Deputados da oposição acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a origem de bens omitidos na prestação de contas eleitorais do chefe da Secom do Planalto, Paulo Pimenta. A mansão, em área nobre de Brasília e avaliada em R$3 milhões, não foi declarada. A oposição diz na notícia-crime que a origem do recurso pode se caracterizar como 'lavagem de dinheiro'. Pimenta declarou à Justiça Eleitoral um valor bem irrisório da mansão espetacular: R$192.839,00. Empurra Em março, quando o escândalo se tornou público, o ministro disse que a declaração omitindo a propriedade seria orientação do seu partido, o PT. Esfarrapada A oposição sustenta que 'a justificativa de ter seguido orientação do partido não é algo que exime da responsabilidade'. Assinam o pedido Deltan Dallagnol, Dr. Frederico, Rosangela Moro, Kim Kataguiri, Luiz Lima, Luiz Phillipe O. e Bragança, Marcel Van Hattem, Maurício Marcon. Nada disse A coluna procurou Paulo Pimenta, por sua assessoria, para registrar seu posicionamento sobre o caso, mas não houve retorno. Assassino de Blumenau é produto da impunidade O assassino de Blumenau é filho da impunidade. Há dois anos, ele esfaqueou o padrasto, mas continua livre, leve e solto. Seu crime bárbaro, nesta quarta (5), até sugere que em sua cabeça sociopata havia o projeto de fazer o mal, sem olhar a quem, até na expectativa de ser preso, de que fosse contido. Após atacar crianças inocentes e indefesas, ele não tentou fugir, entregando-se à polícia. Se tivesse sido condenado por tentar matar o padrasto, estaria preso. E as criancinhas, vivas. Decisão editorial Corretamente, grupos de comunicação, como a Band, decidiram não divulgar o nome do bandido, tampouco fotos ou vídeos sobre o crime. Busca de holofotes A Band divulgou comunicado interno destacando que, em muitos casos, criminosos como o de Blumenau buscam notoriedade. Contra o ódio A Band acredita que 'a visibilidade pode ser também um objetivo e uma conquista, valorizado em comunidades virtuais que disseminam o ódio'. Fim dos atenuantes O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mostrou-se absolutamente impactado com o massacre de Blumenau. Promete providências. 'Não podemos aplicar atenuantes jurídicos para crimes hediondos', disse. CPI das ONGs Avançou a instalação da CPI para apurar falcatruas das ONGs que atuam na Amazônia. O requerimento dado como apto foi encaminhado para a publicação. O pedido é do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Quase um recesso A Defensoria Pública da União também aproveitou o feriadão para alongar a vida mansa. Já nesta quarta (5), dois dias antes da folga oficial, a turma por lá atendia em plantão apenas 'demandas urgentes'. Cerca-lourenço Emissários do Ministério da Fazenda sondam Cláudio Cajado (PP-BA) para uma possível reunião na próxima semana. O deputado federal é cotado para relatar a proposta de ajuste fiscal na Câmara. Papo de sindicato A suspensão do Novo Ensino Médio foi criticada na oposição. Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, vê jogo petista na medida: 'o interesse dos sindicatos é mais importante do que o futuro profissional dos alunos'. De novo, não Além da solidariedade às vítimas e familiares da creche em Blumenau, o governador mineiro Romeu Zema (Novo) disse que 'não podemos tolerar que essa brutalidade ocorra novamente no Brasil'. Primeiro passo A NPR, espécie de EBC dos Estados Unidos, finalmente ganhou o carimbo de 'empresa estatal de comunicação' no Twitter de Elon Musk, aviso que consta em todos os veículos que pertencem a governos. Faltam técnicos Balanço da Confederação Nacional da Indústria estima perrengue para contratar gente no transporte, logística e metalmecânica. Diz a CNI que a indústria precisará qualificar mais de 2 milhões de trabalhadores. Pensando bem ...quando autoridades que soltam bandidos responderem pela liberdade deles, talvez não vejamos mais monstruosidades como a de Blumenau. PODER SEM PUDOR Questão de temperamento Nas comemorações dos 20 anos da redemocratização do País, José Sarney contou que certa vez divergia dos métodos do seu ex-ministro e amigo Antônio Carlos Magalhães, quando o babalaô baiano advertiu: 'Eu tenho o meu temperamento!' Sarney não perdeu a chance: 'Mas o meu é melhor que o seu, porque cheguei a presidente da Republica...' Assine o Correio do Estado artigos / 27 minutos Facebook Twitter Whatsapp O monstruoso crime em Blumenau judiciário / 7 horas Facebook Twitter Whatsapp Saiba o que fazer caso seu perfil na rede social seja hackeado
Deputados da oposição acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a origem de bens omitidos na prestação de contas eleitorais do chefe da Secom do Planalto, Paulo Pimenta. A mansão, em área nobre de Brasília e avaliada em R$3 milhões, não foi declarada.
A oposição diz na notícia-crime que a origem do recurso pode se caracterizar como 'lavagem de dinheiro'. Pimenta declarou à Justiça Eleitoral um valor bem irrisório da mansão espetacular: R$192.839,00.
Empurra
Em março, quando o escândalo se tornou público, o ministro disse que a declaração omitindo a propriedade seria orientação do seu partido, o PT.
Esfarrapada
A oposição sustenta que 'a justificativa de ter seguido orientação do partido não é algo que exime da responsabilidade'.
Assinam o pedido
Deltan Dallagnol, Dr. Frederico, Rosangela Moro, Kim Kataguiri, Luiz Lima, Luiz Phillipe O. e Bragança, Marcel Van Hattem, Maurício Marcon.
Nada disse
A coluna procurou Paulo Pimenta, por sua assessoria, para registrar seu posicionamento sobre o caso, mas não houve retorno.
Assassino de Blumenau é produto da impunidade
O assassino de Blumenau é filho da impunidade. Há dois anos, ele esfaqueou o padrasto, mas continua livre, leve e solto. Seu crime bárbaro, nesta quarta (5), até sugere que em sua cabeça sociopata havia o projeto de fazer o mal, sem olhar a quem, até na expectativa de ser preso, de que fosse contido.
Após atacar crianças inocentes e indefesas, ele não tentou fugir, entregando-se à polícia. Se tivesse sido condenado por tentar matar o padrasto, estaria preso. E as criancinhas, vivas.
Decisão editorial
Corretamente, grupos de comunicação, como a Band, decidiram não divulgar o nome do bandido, tampouco fotos ou vídeos sobre o crime.
Busca de holofotes
A Band divulgou comunicado interno destacando que, em muitos casos, criminosos como o de Blumenau buscam notoriedade.
Contra o ódio
A Band acredita que 'a visibilidade pode ser também um objetivo e uma conquista, valorizado em comunidades virtuais que disseminam o ódio'.
Fim dos atenuantes
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mostrou-se absolutamente impactado com o massacre de Blumenau. Promete providências. 'Não podemos aplicar atenuantes jurídicos para crimes hediondos', disse.
CPI das ONGs
Avançou a instalação da CPI para apurar falcatruas das ONGs que atuam na Amazônia. O requerimento dado como apto foi encaminhado para a publicação. O pedido é do senador Plínio Valério (PSDB-AM).
Quase um recesso
A Defensoria Pública da União também aproveitou o feriadão para alongar a vida mansa. Já nesta quarta (5), dois dias antes da folga oficial, a turma por lá atendia em plantão apenas 'demandas urgentes'.
Cerca-lourenço
Emissários do Ministério da Fazenda sondam Cláudio Cajado (PP-BA) para uma possível reunião na próxima semana. O deputado federal é cotado para relatar a proposta de ajuste fiscal na Câmara.
Papo de sindicato
A suspensão do Novo Ensino Médio foi criticada na oposição. Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, vê jogo petista na medida: 'o interesse dos sindicatos é mais importante do que o futuro profissional dos alunos'.
Além da solidariedade às vítimas e familiares da creche em Blumenau, o governador mineiro Romeu Zema (Novo) disse que 'não podemos tolerar que essa brutalidade ocorra novamente no Brasil'.
Primeiro passo
A NPR, espécie de EBC dos Estados Unidos, finalmente ganhou o carimbo de 'empresa estatal de comunicação' no Twitter de Elon Musk, aviso que consta em todos os veículos que pertencem a governos.
Faltam técnicos
Balanço da Confederação Nacional da Indústria estima perrengue para contratar gente no transporte, logística e metalmecânica. Diz a CNI que a indústria precisará qualificar mais de 2 milhões de trabalhadores.
Pensando bem
...quando autoridades que soltam bandidos responderem pela liberdade deles, talvez não vejamos mais monstruosidades como a de Blumenau.
PODER SEM PUDOR
Questão de temperamento
Nas comemorações dos 20 anos da redemocratização do País, José Sarney contou que certa vez divergia dos métodos do seu ex-ministro e amigo Antônio Carlos Magalhães, quando o babalaô baiano advertiu: 'Eu tenho o meu temperamento!' Sarney não perdeu a chance: 'Mas o meu é melhor que o seu, porque cheguei a presidente da Republica...'
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