Em foco
Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta segunda-feira(10)
Por Ester Figueiredo ([email protected])
CORREIO DO ESTADO / ESTER FIGUEIREDO
RUBEM ALVES - Escritor Brasileiro
'Não é bastante ter ouvidos para ouvir oque é dito. Épreciso também que haja silâncio dentro da alma. Daí a dificuldade...”.
FELPUDA
Promessas não cumpridas podem ter profundos reflexos nas urnas e prejudicar, em 2024, por tabela, figuirinha conhecida. Muitas são as reclamações contra um de sesu jogadores, que teria prometido “a terra que emana leite e mel”e fez muita gente suar a camisa para levá-lo ao pódio.
Agora,ela nem recebe os “correligionários” no seu gabinete e nem vaiao encontro deles. Está, digamos, “queimada” no conceitode uns e outros. Como escreveu o Cardeal de Richelieu: “Os grandes braseiros brotam das pequenas faíscas”.
Números
Em fevereiro deste ano,o conjunto da atividade industrial foi responsável pela abertura de 1.932 postos formais de trabalho em território sul-mato-grossense, resultando em 8.757 contratações e 6.825 demissões, segundo dados divulgados pela Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems).
Mais
Já no período de janeiro a fevereiro, constatou-se que em 39 municípios houve saldo positivo de contratação na área, proporcionando a abertura de 4.829 vagas.
Entre as cidades com ao menos 70 oportunidades estão, pela ordem, Ribas do Rio Pardo, Campo Grande, Corumbá, Três Lagoas, Nova Andradina, Rio Brilhante, Deodápolis, Paranaíba e Angélica.
Equipe da Embrapa realiza, por meio de drones, o mapeamento de áreas de florestas nos estados do Acre, de Rondônia e de Amazonas, totalizando ao todo mais de 35 mil hectares. O objetivo é coletar informações sobre as espécies.
Com apoio da inteligência artificial, a tecnologia otimizará a execução de inventários florestais, etapa fundamental para os planos de manejo madeireiro e não-madeireiro.
A atividade faz parte do projeto de geotecnologias aplicadas à automação florestal e especialização dos estoques de carbono em uso nativo e modificado da terra na Amazônia Ocidental, o Geoflora.
Gleice Mara Amado e Deise Alves Monteiro
Aline Gotschalg
Eureka!
Ao tentar expurgar das fileiras do União Brasil nomes de filiados em Mato Grosso do Sul que fazem sombra a ela, a senadora Soraya Thronicke acabou descobrindo que não tem o respaldo da cúpula nacional como até então imaginava.
Comandar uma agremiação partidária sem apresentar resultados, como a conquistade novos filiados para se fortalecer, é um passo para o limbo.
Político experiente disse que um partido é como time de futebol: “Quem não faz gol vai para o banco de reservas”.
Trajetória
Na comparação entre o peso político de Soraya Thronicke e a ex-deputada federal Rose Modesto em uma disputa pelo comando do União Brasil, esta última leva vantagem.
Rose foi vereadora, vice-governadora e, em 2018, conquistou cadeira na Câmara dos Deputados, sendo campeã de votos (119.799) em MS. Disputou o governo no ano passado, tendo a preferência de 178.599 eleitores, sendo 68.620 da Capital.
Desempenho
Por sua vez, Soraya foi eleita em 2018 na “carona” do então candidato a presidente Jair Bolsonaro, a quem rejeitou após eleita.
Na época, ela obteve 373.712 votos, dos quais 156.697 na Capital. No ano passado, concorreu à Presidência da República, obtendo apenas 8.082 votos nos 79 municípios, sendo 3.564 em Campo Grande.
Nas últimas eleições em MS, seu partido elegeu só um deputado estadual. Na Câmara Municipal da Capital, também há só um representante.
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