Em foco
Fazenda nega nova taxa para compras online e diz que reforçará fiscalização
A isenção de US$ 50 se aplica somente para o envio de remessas de pessoa física para pessoa física
CORREIO DO ESTADO / ESTADãO CONTEúDO
O Ministério da Fazenda reafirmou nesta quarta-feira, 12, que não será criada taxa para compras online. O que se pretende fazer, segundo a Pasta, é reforçar a fiscalização. 'Nunca existiu isenção de US$ 50 para compras online do exterior Portanto, não faz sentido afirmar que se pretende acabar com o que não existe. Nada muda para o comprador e para o vendedor online que atua na legalidade', destaca o ministério em nota divulgada hoje. A isenção de US$ 50 se aplica somente para o envio de remessas de pessoa física para pessoa física. 'Se, com base nele, empresas estiverem fracionando as compras, e se fazendo passar por pessoas físicas, estão agindo ilegalmente', acrescenta. Economia / 3 horas Facebook Twitter Whatsapp Dólar fecha abaixo de R$ 5,00 pela primeira vez no ano Dívidas judiciais do governo / 4 horas Facebook Twitter Whatsapp Precatórios: MS reserva R$ 40 milhões para novo acordo; veja como receber
O governo pretende reforçar a fiscalização obrigando o exportador a prestar declaração antecipada com dados do exportador e de quem compra, além do produto. Segundo a Fazenda, não haverá qualquer mudança para quem compra e vende legalmente pela internet. 'As mudanças vão beneficiar o consumidor que vai receber suas compras online mais rápido, com mais segurança e qualidade. Isso porque os produtos terão o processo de liberação agilizado, a partir das informações prestadas pelo vendedor legal, enquanto ainda estiverem em trânsito para o país.' A nota destaca ainda que as empresas brasileiras também saem beneficiadas, principalmente as pequenas firmas, que mais empregam e pagam corretamente os seus impostos. A área econômica vinha sendo pressionada a tomar alguma medida no sentido de impedir que lojas virtuais estrangeiras, como as asiáticas Shein, Shopee e Aliexpress, driblassem a tributação brasileira.
Assine o Correio do Estado



