• Segunda, 08 de Junho de 2026

Sorte, a superstição triunfante. A maioria crê, mas não explicam

MáRIO SéRGIO LORENZETTO / CAMPO GRANDE NEWS


Muito mais difundida que as religiões, a ideia de 'sorte' domina a humanidade. Poucas pessoas, muito além de suas origens e culturas, não creem nela. 'Sorte' é um conceito difícil de explicar para quem não o conhece. A 'sorte' é, por definição, algo que escapa da lógica, mas que pode ser modificado por alguns procedimentos que nós humanos adotamos sem refletir.

Entre amuletos e dedos cruzados. Para modificar a má sorte há os chamados 'talismãs' ou 'amuletos' . Eles podem ser adquiridos por capricho de seus donos. São semelhantes aos 'santinhos' das distintas religiões, objetos ou figuras que protegem a pessoa ou animal que os portam contra males incontáveis. Vão desde uma boneca a uma tatuagem nas mãos passando por todo tipo de pedras, metais, aromas, estatuetas, fotos e mensagens variadas. Também há as palavras, 'conjuros', frases geralmente sussurradas.

Nasce o 13 da má sorte. Várias culturas apreciavam a ideia de 'sorte' ligada a números. O 13 é o mais famoso dos números da má sorte, do azar. Na grande maioria dos edifícios norte-americanos, por exemplo, não existe o andar 13. A numeração passa direto do 12 ao 14. A mesma crença está presente nos assentos dos trens, aviões e dos ônibus. O nascimento dessa crença é muito antigo. O rechaço ao número 13 vem da última ceia de Jesus Cristo onde o décimo terceiro convidado era um traidor.

A universalidade do 8 da boa sorte. Não há número mais bem quisto que o 8 no planeta. Está presente na quase totalidade dos países e culturas. Os chineses organizaram com grande cuidado seus primeiros Jogos Olímpicos, a apoteose de seu novo status global. Escolheram para inaugurar os jogos o dia 8/8/8. Esse número é o afortunado de sua cultura milenar.



Ao utilizar nossos serviços, você aceita a política de monitoramento de cookies.
Para mais informações, consulte nossa política de cookies.