• Quarta, 01 de Julho de 2026

Atiradores de elite chamam atenção em jogos da Copa do Mundo; entenda o protocolo de segurança

Modelo é adotado em grandes eventos no país desde pelo menos a década de 1990

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


Sniper monitora partida entre Equador e Curaçao na Copa do Mundo — Foto: Michael Steele/Getty Images

A segurança na Copa do Mundo de 2026 foi um grande tema ao longo de todo o ciclo. Especialmente pela maior parte dos jogos ser disputado nos Estados Unidos, um dos países com maior violência armada no mundo. Um ponto do sistema adotado pela sede vem chamando atenção de fãs com a presença de snipers nos locais de jogos.

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Esse é um protocolo comum em grandes eventos em solo americano. Vários dos principais palcos da NFL possuem espaços dedicados à presença militar que monitora o público com rifles de alta precisão. São os chamados "ninhos de snipers".

Esses agentes costumam ficar em pontos altos dos estádios onde conseguem monitorar a maior parte do público para agir em caso de necessidade. Há profissionais voltados tanto para dentro quanto para o entorno.

+ Confira a tabela completa da Copa do Mundo

O principal motivo da presença de snipers é evitar ou reagir rápido em caso de atentados terroristas ou de atiradores que tentem atacar o público. Segundo o site gunviolence.org, que monitora a violência armada nos Estados Unidos, já aconteceram 206 tiroteios em massa no país apenas em 2026.

Obviamente, esse recurso é apenas um dos adotados por um amplo sistema de segurança na Copa do Mundo e em outros eventos públicos nos EUA. Esse protocolo padrão é adotado em jogos, grandes shows, discursos políticos e todo e qualquer evento que envolva grandes aglomerações.

Presença de snipers na Copa do Mundo:



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