• Quinta, 10 de Setembro de 2026

Entregadora registra queixa na polícia contra John Kennedy, do Fluminense, por ameaça

Discussão ocorreu na última segunda-feira; atacante nega ameaça

GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE


John Kenendy discute com entregadora de aplicativo — Foto: Reprodução

Uma entregadora de aplicativo registrou na polícia queixa contra o atacante John Kennedy, do Fluminense, por ameaça (veja abaixo prints do desentendimento). O caso ocorreu na última segunda-feira, quando o jogador pediu sorvete em um hospital particular em Copacabana, na Zona Sul, no Rio de Janeiro (ele estava internado após operação no joelho direito).

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Procurado pela reportagem do ge, o estafe de John Kennedy enviou nota oficial em que reconhece que houve discussão em um aplicativo de entregas, mas "nega veementemente" que tenha ameaçado a entregadora (leia a nota completa abaixo).

— Desde o ocorrido, John Kennedy vem trabalhando normalmente em sua recuperação da cirurgia realizada e não trocou mensagens com ninguém sobre o assunto, tendo sido um problema momentâneo em que ele nunca sequer teve contato presencial com a pessoa envolvida. Qualquer questão relacionada a esse tema será debatida nos meios adequados como corresponde, e serão tomadas as medidas cabíveis contra qualquer pessoa que usar o seu nome para difamá-lo sobre o episódio — escreveu.

Segundo Samantha Guzman, ela chegou para completar a entrega e pediu que o cliente descesse, mas não recebeu resposta e acionou o chat do aplicativo. Após 15 minutos, John Kennedy começou a xingá-la pelo chat dizendo "Vou resolver com você de outra forma", "Sai daí, sua doente do c******" e "Sua morta de fome". Esta última ofensa não consta nos prints publicados pela entregadora nas redes sociais, mas está no boletim de ocorrência ao qual o ge teve acesso.

A vítima afirma que localizou um amigo do jogador na porta do hospital para fazer a entrega e ele a xingou de "sem teto" e "morta de fome". A polícia foi acionada no momento e conteve a discussão entre os dois.

No relato à Polícia Militar, Samantha alegou que dois dias depois, no dia 9 de setembro, o mesmo amigo de John Kennedy que estava na porta do hospital foi à loja do pai dela, também em Copacabana. Ele teria apontado o dedo no rosto do funcionário e afirmado: "diz para o casal que eu não ando sozinho e quem eu ver na rua andando de bicicleta eu vou jogar para o alto". O atacante não estava presente neste segundo episódio segundo o próprio relato. O único contato relatado com a denunciante foi em um chat de aplicativo.

A entregadora registrou o boletim de ocorrência na tarde desta quinta-feira (10) na 12ª delegacia de Polícia Civil, em Copacabana. Veja a nota oficial enviada pelo estafe de John Kennedy na íntegra:

"O atleta John Kennedy admite que houve uma discussão com um colaborador do aplicativo IFood por problemas na entrega, porém nega veementemente ter feito qualquer tipo de ameaça a terceiros no episódio relatado.

Desde o ocorrido, John Kennedy vem trabalhando normalmente em sua recuperação da cirurgia realizada e não trocou mensagens com ninguém sobre o assunto, tendo sido um problema momentâneo em que ele nunca sequer teve contato presencial com a pessoa envolvida.

Qualquer questão relacionada a esse tema será debatida nos meios adequados como corresponde, e serão tomadas as medidas cabíveis contra qualquer pessoa que usar o seu nome para difamá-lo sobre o episódio".

Veja os prints da discussão do jogador com a entregadora, publicados por ela em uma rede social:

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