Coronel Sapucaia
Moradora reclama da proliferação de buracos e prejuízo em rua no Itamaracá
Pedagoga diz ter escutado de funcionários exigência irreal para reparo da via
MARIANA FACIROLLI / CAMPO GRANDE NEWS
Há cerca de nove meses, equipe do serviço de tapa-buracos foi até a Rua Rômulo Cappi, localizada no bairro Jardim Itamaracá. A pedagoga Carla Aparecida Arruda Delazari, 40 anos, achou que os transtornos iriam acabar, mas teve a expectativa frustrada.
Carla garante que os funcionários da empresa terceirizada teriam dito que era preciso um número específico de buracos para que o serviço na rua fosse feito. Desde julho, ela encaminha protocolos à prefeitura, mas não tem resposta.
Há uma semana, Carla bateu em um buraco e o para-choque do carro quebrou. Problemas com a suspensão e furos no pneu do carro também são recorrentes para a moradora.
A pedagoga criticou a dificuldade da passagem na via e o aumento de acidentes. Segundo ela, muitos caminhões passam devagar pelo local para desviar dos buracos, gerando congestionamento. Quando chove, os acidentes aumentam: os buracos se enchem de água e dificultam que os motoristas os enxerguem.
Carla relatou que os moradores enfrentam dificuldades para entrar nas garagens das casas. Sem notícias da prefeitura, a pedagoga disse que um vizinho tapou por conta própria um buraco que impedia a passagem para sua casa.
“Eu e meus vizinhos estamos pensando em fazer o serviço nós mesmos. Mas é uma injustiça, porque é responsabilidade da prefeitura. É um direito nosso, mas não temos.', afirmou a moradora.
O Campo Grande News entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande para verificar a informação da necessidade de buracos mínimos exigidos para o reparo. Até o momento não obteve respostas.
Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem pelo canal Direto das Ruas.
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