Esportes
Veja camisas extravagantes dos goleiros em Copas dos anos 90 que marcaram os mundiais
Cores neon, estampas chamativas e desenhos diferenciados simbolizaram os uniformes dos goleiros na época
GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE
Os anos 1990 ficaram eternizados pela estética no futebol, principalmente entre os goleiros. Enquanto os jogadores de linha costumavam seguir padrões mais tradicionais, os defensores ganharam espaço para usar peças repletas de cores neon, grafismos marcantes e desenhos pouco convencionais.
Com o passar do tempo, muitos desses modelos deixaram de ser apenas uniformes e se tornaram símbolos de uma geração. O ge separou uma lista de goleiros que disputaram a Copa do Mundo e chamaram atenção vestindo camisas inesquecíveis de suas seleções.
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José Luis Chilavert (Paraguai)
Ídolo da seleção paraguaia, Chilavert ficou conhecido por revolucionar a posição de goleiro. Além das defesas, chamou atenção pela qualidade nas cobranças de falta e pênalti, somando 67 gols na carreira. Na Copa do Mundo de 1998, quase entrou para a história ao cobrar uma falta direta contra a Bulgária. Fora do comum dentro de campo, também utilizou camisas repletas de grafismos.
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David Seaman (Inglaterra)
Com os cabelos longos e o tradicional bigode, Seaman foi uma das figuras mais reconhecidas do futebol inglês nos anos 90 e início dos anos 2000. Apesar da lembrança amarga do gol de Ronaldinho na Copa de 2002, o goleiro teve trajetória de destaque pela seleção inglesa. Seus uniformes coloridos na Eurocopa de 1996 tornaram-se alguns dos mais emblemáticos da época.
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Yoshikatsu Kawaguchi (Japão)
Um dos símbolos da primeira vez que o Japão jogou uma Copa do Mundo, em 1998, Kawaguchi ajudou a popularizar a seleção asiática no cenário internacional. Os uniformes utilizados pelo goleiro seguiam a identidade ousada do país nos anos 90, com desenhos modernos e combinações vibrantes que chamavam atenção à primeira vista.
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Bodo Illgner (Alemanha)
Titular da Alemanha na conquista da Copa do Mundo de 1990, Illgner entrou para a história como o goleiro mais jovem a levantar o troféu como titular, aos 23 anos. Também foi o primeiro a terminar uma final de Mundial sem sofrer gols. Na época, Ilgner apareceu com modelos cheios de formas geométricas e detalhes coloridos.
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Peter Schmeichel (Dinamarca)
Considerado um dos maiores goleiros de todos os tempos, Schmeichel construiu uma carreira vitoriosa tanto na seleção dinamarquesa quanto no Manchester United. Na Copa do Mundo de 1998, conduziu a Dinamarca até as quartas de final. As camisas usadas pelo goleiro ficaram marcadas pela mistura de tons fortes e estampas ousadas, características que ajudaram a eternizar o visual da década.
Pela seleção da Dinamarca, Schmeichel viveu o auge na Eurocopa de 1992, sendo decisivo no título inesperado dos dinamarqueses com atuações históricas, como o pênalti defendido contra Van Basten na semifinal. Em Copas do Mundo, disputou apenas o Mundial da França, levou a Dinamarca até as quartas de final, mas foi eliminada pelo Brasil em um emocionante 3 a 2.
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René Higuita (Colômbia)
Famoso pela “defesa escorpião' e pelo hábito de atuar longe da área, o colombiano marcou 41 gols ao longo da carreira. Sua trajetória também foi cercada por episódios polêmicos, mas sua influência no futebol é inegável. As peças utilizadas pela seleção colombiana combinavam perfeitamente com seu estilo imprevisível e criativo.
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Jorge Campos (México)
Quando o assunto é extravagância, Jorge Campos é um dos mais lembrados. O mexicano desenhava muitos uniformes que usava, apostando em cores fluorescentes e padrões pouco convencionais. Com apenas 1,68 m de altura, compensava a desvantagem física com agilidade e coragem. Além de defender o gol, chegou a atuar como atacante e marcou dezenas de gols ao longo da carreira.
Pela seleção do México, Campos disputou três Copas do Mundo e foi titular nas edições de 1994 e 1998, tornando-se um símbolo do futebol mexicano no cenário internacional. Além das boas atuações, virou personagem folclórico do esporte pelo estilo, ajudando ainda o México a conquistar duas Copas Ouro e a Copa das Confederações de 1999.
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Taffarel (Brasil)
Símbolo da conquista do tetracampeonato mundial, Taffarel é considerado um dos maiores goleiros da história da Seleção Brasileira. Seguro debaixo das traves e decisivo em disputas de pênaltis, brilhou especialmente na Copa de 94. O uniforme da ocasião, marcado por estampa diferente com as cores do brasil, se tornou parte da memória afetiva dos torcedores brasileiros.
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Michel Preud’homme (Bélgica)
Referência do futebol belga, Preud’homme encantou o mundo na Copa de 1994 com atuações memoráveis. O desempenho lhe rendeu o prêmio de melhor goleiro do torneio, tornando-se o primeiro vencedor do Troféu Lev Yashin. As camisas usadas naquele período seguiam a tendência da década, com desenhos chamativos e combinações de cores.
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Sergio Goycochea (Argentina)
Herói argentino na Copa do Mundo de 1990, Goycochea ganhou espaço após a lesão de Nery Pumpido e se transformou em um dos protagonistas da campanha vice-campeã. Especialista em pênaltis, foi decisivo nas classificações contra Iugoslávia e Itália. Seus uniformes traziam estampas geométricas características dos anos 90, acompanhando uma estética que marcou época entre os goleiros.
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Essas camisas ajudaram a construir a identidade de uma geração de goleiros que marcou a época dentro e fora de campo. Entre cores vibrantes, estampas diferenciadas e desenhos pouco convencionais, os goleiros dos anos 90 deixaram um legado visual que continua sendo lembrado entre torcedores
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